sexta-feira, 17 de julho de 2009

Minha querida mana... e os rabanetes!!!!





Com a incumbência de cuidar do meu sobrinho, voltei a morar com minha irmã lá em Barbacena. Tempo de vacas magras. Tinham acabado de construir uma casa e a situação não era das melhores.


A altitude é de 870m acima do nível do mar, e a casa foi construída num local muito alto, onde o vento era cortante e o solo de uma terra socada e vermelha. Minha irmã sempre foi uma grande guerreira, desdobrava-se trabalhando o dia inteiro e nas tarefas domésticas. E com determinação, virou o solo e fez uns canteiros no qual semeou rabanetes e cenoura.


Não sei qual foi o milagre, que fez verter daquela terra tantos rabanetes graúdos e lindos.







E lin
do foi o cardápio após isso: Salada de rabanete, com feijão e arroz. Outro dia, salada de rabanete com polenta e molho. Salada de rabanete e risoto.


E
assim a semana seguia-se, sempre rabanete constando no cardápio e embelezando a mesa.


Céus, nunca acabavam os rabanetes!



Pra quem nunca provou rabanete em conserva, e, se um dia estiver presente quando for aberto um vidro não se assuste e nem corra para o quintal pra ver se a fossa estourou. O cheiro é horrível.










B
em, quando enfim as cenouras estavam grandes e prontas para comer, o processo foi o mesmo. Sopa com cenoura, salada de cenoura, cenoura no molho, cenoura no arroz e bolo de cenoura...


Da cenoura não enjoei, mas de rabanete sim. Nem sei por que, nunca mais comi.


Bons tempos!



Um ótimo fim de semana a todos. Beijos!



P.S.: Por dias a minha memória insiste reviver alguns momentos, retalhos de momentos felizes de um passado, apesar das dificuldades.

10 comentários:

Oliver Pickwick disse...

Com mil raios! Já havia esquecido que existe rabanete. É primo da cenoura, não é?
Fico feliz com o seu retorno. Campos de cenoura e rabanetes para sempre!
Um beijo!

Quasímodo disse...

Lu;
Eu apelidei a marmitinha que me trazem, de "raspadinha".
É quase igual. A gente compra na casa lotérica e vai ansioso raspar cerimoniosamente em casa, sonhando com um carrão, uma mansão ou outro prêmio milionário qualquer.
Raspa... e nada!
Assim é a minha marmitinha. Ela chega fechada na embalagem de alumínio e a gente fica imaginando um belo de um bifão acebolado dentro dela.
Abre... e abóbora!
Mas o que vale é a espectativa diária.
Ainda bem que o dono do restaurante não lê o "Laços".
Imagina se ele resolve trocar a abóbora por rabanetes.

Grande abraço.

Quasímodo disse...

Lu, se quiser, não publique.

Estão dizendo nos flogs e blogs, que hoje é dia do amigo.

Para mim, amigo não tem dia. Ele é sempre aquele que está ou esteve ao nosso lado durante um percurso de nossa estrada.

Serão sempre inesquecíveis. Serão sempre amigos, independente de data.

Você é assim para mim.

Grande abraço. Os de todos os dias...

Lu disse...

Ahhhhhhhhhhh....publico sim, meu grande amigo Quasimódi!

Também fostes, e é o amigo de todas as horas. Aquele que me entende, independente de meu estado de humor... Mas, que mesmo assim sempre diz algo que me faz rir.


rss...Nem me fale em marmita!
Quando os meninos eram pequenos, por muito tempo peguei marmita. Ainda após muitos anos, nem posso vê-las que insisto em sentir o cheiro de rúcula, que a senhora colocava todos os dias na dita marmita...

Outro abraço do tamanho do Rio Grande!

Milly disse...

Eu gosto de rabanetes...do sabor amargo,da cor...acho lindos!
O cheiro,bem,deixa pra lá...rs
Sabe,isto é bom!
Ficamos gagas,mas,a memória continua intacta...hehehe.
A minha é de elefante!
Ontem,relembrei coisas de minha adolescência...ah,coisa boa!!
Quase chorei...rs
Bom saber que estás na ativa..escrevendo,postando.
Grite qdo me veres...ok?
Deixo beijos...meus melhores!!
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uns... disse...

rss
gostei da história dos rabanetes, primoca... e isso me fez lembrar uma outra história bem parecida. qualquer dia vou contar lá.
delícia te ler.
delícia receber tua visita lá no meu cantinho tão pobrezinho... rs
beijos destamanhão!!

Vieira Calado disse...

São óptimos para comer com carapaus fritos (ou outro peixe)

Saudações

Anne disse...

Hahahahah, eu ri mto com o cheiro de fossa...ashaushuahsa. Não sei como é e depois de ler isso eu nem me interesso em procurar saber...deve ser forte demais!!!

Imaginando a sua cara vendo a mesa faaaaarta de rabanetes todos os dias...qe cena!!!

Saudade de vc, meninaaaaaaa. Manda notícias!!! Bjosssss

Lu disse...

Milly!
Andamos nos desencontrando, né mesmo?
Aqui o frio tá de congelar o cuspe. Então, tenho acordado mais tarde, sabecomé...


Quase chorou? ah, não me engane! Deves ter encharcado um lençol, se bem te conheço.

Beijos málinda!

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Uns lindóca do meu coração, conta, conta...rss

Ah, seu espaço é bacana. Tirando uns bichinhos que aparecem por lá, o resto eu gosto..rs

Beijos, muiitos!!!

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Esse Vieira é calado mesmo..rss
Obrigada pela visita. Vou lá no seu espaço, prometo!
Lindo dia pra você!

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Anne...Faz bem não querer saber o cheiro que tem..rss

Tankiú por tudo, viu?
Beijos menina que mora no meu coração!

Dil Santos disse...

Ai menina, cenoura é ótima mesmo, um bolo de cenoura com calda de chocolate, hummm, é tudo de bom, pena que engorda, rsrs.
Mas esses momentos são bons realmente de serem relembrados.
Minha cidade tbm fica no alto, ela se localiza a 900m acima do nível do mar e sei bem como é a sensação, rsrs.
Mas é bom saber sobre os rabanetes, rsrsrs

Bjos
:D