
Nesses últimos dias mexendo nos enfeites de Natal, fabricando gnominhos, criando mais alguns adornos natalinos, e começando a decorar meu doce lar, lembrei-me de um fato do passado... Ou melhor, algo que desconhecia e me intrigava. Passei anos sem citar meu desconhecimento, e nem demonstrar que não tinha menor noção do que se tratava.
Quantos anos eu passei na maior ignorância? Ah, não saberia dizer...
A sua fórmula seria milenar? Guardada em segredo a sete chaves e descoberta em algum reinado distante?
Ano após ano, sempre nesta data, seguia eu no meu dilema ao abrir uma revista à procura de inspiração para decoração natalina... Ao deparar-me com belas imagens e mesas decoradas para ceia, aquele prato tradicional me fazia pensar: Que será isso?
Teria o destino conspirado em meu favor, num dia belo dia ensolarado em que lá eu me debruçava sobre uma das revistas, e os pássaros em revoada por sobre o pátio a contemplar o momento sublime em que o segredo desvendava-se? Ou seria por ser véspera de Natal, e meu presente seria a revelação?
Enfim chegara o dia. Ante meus olhos, estava o esclarecimento:
“Receita de Rabanada!” Pão amanhecido, embebido em uma omelete de ovos, farinha, pitada de sal e açúcar, canela, frito.
Céussssssssssssssssssssss!!! Com mil raios, isso é rabanada??? Foi o que me perguntei, seguida de uma gargalhada.
Aquilo que comíamos sempre quando o pão estava endurecido, nas manhãs de nossa infância-antes de ir pra escola, era o prato fino que constava no cardápio das ceias Natalinas, das mais nobres mesas. Todavia, não lembro a data do descobrimento. Isso faz muitos anos, e foi muito divertido. Sem internet, sem Google para esclarecimento, nosso passado foi outro.
Beijo aos visitantes!
Quantos anos eu passei na maior ignorância? Ah, não saberia dizer...
A sua fórmula seria milenar? Guardada em segredo a sete chaves e descoberta em algum reinado distante?
Ano após ano, sempre nesta data, seguia eu no meu dilema ao abrir uma revista à procura de inspiração para decoração natalina... Ao deparar-me com belas imagens e mesas decoradas para ceia, aquele prato tradicional me fazia pensar: Que será isso?
Teria o destino conspirado em meu favor, num dia belo dia ensolarado em que lá eu me debruçava sobre uma das revistas, e os pássaros em revoada por sobre o pátio a contemplar o momento sublime em que o segredo desvendava-se? Ou seria por ser véspera de Natal, e meu presente seria a revelação?
Enfim chegara o dia. Ante meus olhos, estava o esclarecimento:
“Receita de Rabanada!” Pão amanhecido, embebido em uma omelete de ovos, farinha, pitada de sal e açúcar, canela, frito.
Céussssssssssssssssssssss!!! Com mil raios, isso é rabanada??? Foi o que me perguntei, seguida de uma gargalhada.
Aquilo que comíamos sempre quando o pão estava endurecido, nas manhãs de nossa infância-antes de ir pra escola, era o prato fino que constava no cardápio das ceias Natalinas, das mais nobres mesas. Todavia, não lembro a data do descobrimento. Isso faz muitos anos, e foi muito divertido. Sem internet, sem Google para esclarecimento, nosso passado foi outro.
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